“É preciso dizer não”

Aura Miguel, em Página 1 – RR on-line, 01.06.2007

 

“É preciso dizer “não” aos meios de comunicação social que ridicularizam a santidade do matrimónio e a virgindade

antes do casamento”, disse o Papa recentemente no Brasil.

Pouco tempo antes,  Mons. Amato, o nº 2 da Congregação para a Doutrina da Fé, alertou num encontro internacional

para a “dose quotidiana de mal que paradoxalmente é apresentada pelos media como se fosse um bem.

Por exemplo, “as clínicas de aborto, são autênticos matadouros de seres humanos rejeitados”, disse o arcebispo.

“Há laboratórios que manipulam seres humanos como se fossem simples material biológico” mas a comunicação

social “manipula a linguagem tradicional e inventa novas expressões que escondem a realidade dos factos. A essas

clínicas chamam centros de saúde reprodutiva; em vez de aborto diz-se interrupção voluntária da gravidez e em vez

de eutanásia, morte digna”.

Tudo isto apresentado como progresso da humanidade – condena Mons. Amato.

Uma espécie de “terrorismo pseudo-humano, sem rosto”, que “martela a nossa cabeça com mensagens falsas e considera

ridículo e retrógrado quem se comporta de acordo com o Evangelho”.